Se a vida te dá um limão, faça uma limonada! Ou caipirinha mesmo.

Nem sempre as coisas acontecem como gostaríamos. Tem gente que diz que é por um bom motivo, que isso acontece porque aquela coisa que a gente queria na verdade não é a melhor coisa pra gente. Então, ao invés de a coisa acontecer e a gente perceber que não era isso que a gente queria, a coisa simplesmente não acontece ou acontece de forma diferente, como se fosse uma espécie de proteção divina, algo assim.

Pode ser que seja mesmo algum tipo de proteção divina. Ou pode ser também uma forma de autoproteção para impedir que a gente sofra ou caia em depressão – vamos ser sinceros, né? Pode sim! Fato é que as coisas realmente nem sempre acontecem como a gente gostaria que elas acontecessem. E temos que lidar com isso.

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Se a vida te der um limão, faça uma limonada. Doce!

Acho que este é o ponto fundamental: a forma que lidamos com as coisas, sejam elas boas ou ruins, inesperadas ou não. Na verdade, acho que é isso que determina basicamente tudo na nossa vida. Manter uma atitude positiva nem sempre é fácil. Às vezes chega a parecer forçação de barra mesmo. Vai dizer que você gostaria de perder o avião ou que alguém batesse no seu carro? Eu não acredito!

De uns tempos pra cá, venho tentando ser mais aberta, no sentido de me permitir viver coisas diferentes das quais imaginei. Isso envolve desde experimentar um prato novo no restaurante, acompanhar minhas amigas numa festa que aparentemente não me atrai (escrevi sobre isso no texto “Se tiver oportunidade de sair, saia!”) e até a pensar sobre novas possibilidades profissionais. E isso está me fazendo bem. Estou aprendendo a ser mais tolerante e, principalmente, a me conhecer melhor.

Ver as coisas por um ângulo diferente e quebrar nossos próprios paradigmas não é tarefa fácil, pelo contrário! Em compensação, principalmente em situações adversas, esse tipo de atitude ajuda muito a encontrar soluções que, na nossa forma habitual de agir, não seria possível. Dizem que ‘se você quer ter resultados diferentes, deve fazer coisas diferentes’. Eu concordo. Mas antes de fazer coisas diferentes, eu acho que o mais importante é ver as coisas de forma diferente. Isso vai inclusive determinar o que faremos com os limões da vida: malabarismos no farol ou uma doce limonada. Ou caipirinha, vai! 😉

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E se der medo, vai com medo mesmo!

Você já deixou de fazer alguma coisa por medo? Eu já, confesso. Várias inclusive. Algumas não fiz por medos que fui criando com o passar do tempo, com experiências minhas e de pessoas à minha volta, que foram criando certos ‘traumas’ que me faziam recuar toda vez que me aproximava de uma situação semelhante.

Temos que aprender a identificar esses medos e criar a consciência de que o perigo maior está na nossa cabeça e não no fato em si. Devemos criar novos significados e ‘reprogramar’ as emoções relacionadas ao determinado evento. Não estou dizendo que é fácil, pois não é mesmo. A boa notícia é que: é possível! E nós temos o poder de fazer esta mudança!

Tem outro tipo de medo que é um medo covarde. Covarde porque ele não tem relação com os ‘nossos medos’ e sim com os paradigmas e percepções dos outros. Oi? Isso mesmo. Uma coisa é ter medo por um medo nosso, outra é ter medo por medo dos outros. Vamos combinar, cada um com suas noias, né? E a ideia aqui é justamente se livrar delas (ou ao menos mantê-las sob controle rsrs).

Pois é justamente este ‘medo covarde’ que muita vezes nos impede de fazer alguma coisa que queremos fazer mas não fazemos porque temos medo do que os outros vão pensar ou medo do que pode acontecer (ou não acontecer) ou ou ou… Agora mesmo, por exemplo, estou com medo de postar este texto e começar de fato o blog. Medo do que vão achar, medo das críticas, medo de não estar bom o suficiente… Mas vou com medo mesmo!

O medo é ótimo quando serve de advertência para não entrarmos literalmente de cabeça num rio desconhecido ou como desafio para superarmos obstáculos. Mas quando deixamos o medo ser maior do que deve, o medo paralisa. E aí, sabe o que acontece? Nada. Exatamente isso: NADA. E sabe o que é pior do que fazer alguma coisa e dar errado? É não fazer nada.

E você, já deixou de fazer alguma coisa por medo?