Evoluímos, mas ainda precisamos evoluir muito mais!

Nunca se falou tanto sobre violência contra a mulher. Assédio deixou de ser ‘engraçadinho’ e virou crime. Evoluímos. Mas ainda há um loooongo caminho pela frente… Por que estou escrevendo isso?

Acho que ainda está para nascer uma mulher que nunca tenha passado por algum tipo de violência física, sexual ou mesmo verbal, de caráter moral/psicológica. Eu mesma já passei por várias situações bastantes desagradáveis em diferentes níveis. E digo; não é legal!!!

Acredito que nem sempre as pessoas fazem esse tipo de coisa ‘por mal’ mas porque realmente não têm consciência do mal que estão fazendo de fato. Às vezes até chegam a pensar que estão agradando. Oi? Pois é…

Pois bem, enquanto houver qualquer tipo de ‘confusão’ nesse sentido, é sinal de que é preciso sim continuar falando sobre isso. Vale para meninos e para meninas também.

Foto em PB porque o assunto é sério. Crédito: Leandro Ramos.

Pra pensar: sobre meus 35 anos

Postei esse texto no insta no dia do meu aniversário, 16 de outubro. É uma reflexão sobre a vida em geral, expectativas, sonhos e cobranças que muitas vezes nos fazemos e achei interessante resgatar, pois outras pessoas podem se identificar. Segue o texto:

Hoje completei 35 anos. Nunca fui muito ligada nisso de idade, não gosto de rótulos de nenhum tipo. Só que infelizmente vivemos numa sociedade que é cheio deles. De repente comecei a me fazer uma série de cobranças: sucesso profissional, estabilidade econômica, casamento, maternidade e por aí vai… Confesso que bateu um certo desespero.

De repente me senti perdida, com um checklist enorme de coisas a fazer e ainda tendo que lutar contra o relógio para conseguir realizar todas. Será que vou conseguir? Essa é a questão que fica martelando na minha cabeça… A resposta é: não sei e isso apavora. Comecei a me questionar também sobre o que de fato eu quero e o que acabo projetando com base nas expectativas e cobranças dos outros. E novamente me vi diante da dúvida. No meio de tantas dúvidas e questionamentos, ao invés de me cobrar definições, resolvi agradecer por tudo que já vivi e conquistei.

Cada pessoa é uma pessoa diferente, com histórias e batalhas individuais. Acredito que cada um de nós vem para evoluir e tem uma missão a cumprir na Terra. Cada um no seu tempo, do seu jeito. Neste novo ano pessoal, peço a Deus que guie meu caminho para que eu complete minha missão. E assim sei que, no momento certo, as respostas vão aparecer.

Cuidado: nem sempre o certo é o certo a fazer

Cada situação exige uma postura diferente e precisamos estar atentos aos sinais para perceber essas peculiaridades.

Existe o certo e o certo para cada situação. E nem sempre são a mesma coisa. Descobri isso recentemente, quando passei uma situação no trabalho onde fiz tudo certo, mas não fiz o certo que a situação exigia.

Somos (eu fui e acredito que a maioria também) ensinados desde cedo a agir de forma correta, seguindo normas e valores que nos são passados pela família, escola, faculdade… E que, de uma forma ou outra, regem as condutas sociais. Porém, na prática, tirar apenas nota 10 na escola não é garantia de sucesso na chamada escola da vida, onde muitas vezes descobrimos apenas na tentativa e erro o que é, de fato, certo e errado.

Tem o certo e o certo para cada situação!

Recentemente escrevi um texto sobre incongruências (clique no link para ler) e acredito que isso reflete muito também na relativização do que é certo ou errado. A congruência é essencial para a credibilidade. Se você diz uma coisa e faz outra, não vai demorar muito para as pessoas deixarem de acreditar em você. Mas e quando o ‘ser congruente’, ou seja, agir de acordo com o que você pensa e acredita, entra em conflito com questões externas, que o obrigam a agir de forma diferente do que você gostaria? Aí vem a questão do ‘certo a fazer’.

Eu costumo dizer que cada pessoa é um pequeno computador, onde as pastas e arquivos estão sendo constantemente atualizados. Algumas pessoas possuem arquivos iguais, outras totalmente diferentes. Esses arquivos são nossas referências, onde buscamos o ‘norte’ para guiar nossas ações. E se os arquivos são diferentes de pessoa pra pessoa, é natural que as referências mudem também.

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Ao nos depararmos com uma nova situação, tentamos buscar referências com outras situações já vivenciadas.

Perceber essas diferenças e aprender a lidar com elas não é fácil. E não é por falta de vontade. Tudo na vida é aprendizado e se, de repente, nos vemos frente a frente com uma situação inusitada, que não temos conhecimento anterior, é natural a gente se confundir mesmo. Como saber como agir em determinada situação se a gente nem sabia que determinada situação poderia existir? É pra ficar perdido mesmo! Nem o waze consegue achar ruas que não estão cadastradas no sistema.

A resposta para esta questão é uma só: experimentando e criando novos arquivos e referências para aumentar nosso repertório. Pode ser que na primeira vez a gente se atrapalhe e se perca mas, se nos permitirmos ampliar nossa visão e aceitar que existem outras verdades além das nossas próprias, aos poucos vamos conhecendo novos caminhos. E vai ficando mais fácil fazer não apenas o que é certo, mas também o que é certo a fazer.

Ser feliz depende de nós

Já parou pra pensar sobre isso? Problemas e dificuldades todos têm, assim como bons momentos. Já me disseram uma vez que a vida é como um compasso de batimentos cardíacos: cheia de altos e baixos. Muitos desses altos e baixos não podemos controlar, são eventos externos, que fogem ao nosso controle. A única coisa que podemos de fato controlar é a forma como reagimos a esses eventos. É aí que entra a nossa responsabilidade pela nossa felicidade.

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Se você estivesse chorando numa Ferrari em Paris pouco importaria o fato de estar em Paris ou numa Ferrari.

Temos mania de associar o ‘ser feliz’ com questões pontuais: viajar nas férias, ir a uma festa, receber um aumento… Essas coisas são boas? Lógico que sim! Mas não é isso que vai determinar a nossa felicidade. Se você não estiver de bem com você mesmo e mantiver uma atitude positiva, nada disso adianta. Sabe aquela história que é melhor chorar em Paris que chorar no meio da rua? Geralmente falam isso quando alguém diz que dinheiro (evento externo) não traz felicidade. E não traz mesmo! Em ambos os casos você continua chorando ora bolas! Logo, não está feliz em nenhuma das duas situações. É bom ter dinheiro? É bom viajar? Claro que sim!!! Mas não é isso que determina a sua felicidade, este é o ponto.

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Ser feliz vem de dentro. É clichê, mas é verdade!

Ser feliz vem antes de qualquer outra coisa. É um compromisso que você assume com você mesmo e, na minha opinião, o mais importante de todos os compromissos, pois você assume o controle sobre a forma que vai levar a vida. Quando você se compromete com a sua felicidade, você passa a não se deixa abalar por qualquer coisa e menos ainda permite que essas coisas tirem a sua paz interior. Da mesma forma, você naturalmente se afasta de coisas que lhe fazem mal, afinal, se você está comprometido com a sua felicidade, pra que vai ficar perto de coisas que fazem exatamente o oposto né? Você passa a valorizar mais as coisas boas e menos as ruins. Passa a enxergar o copo ‘meio cheio’ ao invés de ‘meio vazio’. E por aí vai… Ser feliz é, antes de tudo, uma questão de atitude.

Decida ser feliz. E seja!!!

Quem está vivendo a sua vida? Você ou seu avatar?

Viver está cada vez mais complicado. E não estou falando da crise econômica generalizada ou da violência das ruas. O conceito de viver a que me refiro é muito mais simples: viver a vida como ela é.

Se vamos a um show, é difícil achar alguém que não esteja com o celular na mão, gravando ou tirando fotos. Jogo de futebol? A mesma coisa: tem até jogador que leva o celular pra fazer selfie na comemoração do gol! E declaração de amor? Tem família que pouco  conversa no dia a dia, mas é cada foto digna de comercial de margarina nas redes sociais que chega a impressionar! E por aí vai, exemplos não faltam…

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O filme Avatar, de James Cameron, faz alusão ao encontro entre realidade e ficção.

No começo, eram as ocasiões especiais que mereciam o registro. Aos poucos, a necessidade de fazer cada momento especial transformou pratos de comida em verdadeiros eventos. E de repente estávamos todos vivendo na passarela: a cada passo, um ‘click’.

Postar nas redes sociais se tornou mais importante do que viver o momento. Fomos abduzidos pelo avatar que nós mesmos criamos. Ao invés de um grupo de amigos pra jogar conversa fora, temos centenas ou até milhares de seguidores. Ao postar uma foto, todo cuidado é pouco: tem filtros para todas as ocasiões e até sugestões de legendas prontas. Tudo para auxiliar na construção do nosso avatar, que nada mais é do que uma versão idealizada de nós mesmos.

Até aí tudo bem. Só que a vida não tem filtros e nem replay. Entre um post e outro, devemos cuidar para não perdermos os gols da vida, digo, do jogo. No mundo perfeito digno dos famosos comerciais de margarina que somos confrontados diariamente, vale tudo. Só não vale se tornar espectador de si mesmo.

Todos vamos envelhecer

Mais certo que isso, só a morte. De fato, essas são as duas opções que temos: envelhecer ou morrer antes. Falando assim, até parece que é fácil, né? Mas sabemos que não é bem assim, não é naaaaada assim!

Tem a questão da vaidade: quem gosta de ver a pele que antes era lisinha perder o viço e começar a ganhar as temidas rugas ou ‘marcas de expressão’? Os cabelos brancos? A queda de cabelos?? Ahhhh!!! Sim, confesso que bate um certo desespero só de pensar… Aí corremos para os suplementos, cremes, procedimentos estéticos e tudo mais que possa disfarçar ou retardar esses sinais do tempo. Resolver meeesmo não resolve, mas ajuda bastante! Ufa! Que bom que temos essas opções.

Tem também a questão da dependência – essa eu acho que é ainda mais difícil – como abrir mão de fazer coisas que sempre fizemos e pior: passar a depender de outros para fazer coisas tão simples como ir ao banheiro??? Dirigir, andar de bicicleta, jogar futebol… São coisas que vão ficando cada vez mais distantes… Pqp!!! Como aceitar tudo isso? O que eu estava dizendo mesmo? Ah, sim! Tem a questão da memória também, que começa a falhar. E de repente crianças de 5 anos começam a dar de 10 a zero no manuseio de eletrônicos que parecem tão simples mas, ao mesmo tempo, difíceis de entender. É, não é nada fácil…

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Envelhecer nem sempre é fácil

A expectativa de vida das pessoas está aumentando. Um brasileiro que nasce hoje pode esperar viver até os 75,8 anos, 30 a mais do que nos anos 40. Quem cuida da saúde e cultiva bons hábitos, com certa facilidade pode chegar aos 80 ou até mais. O que isso significa? Primeiro: que estamos vivendo mais. Sim, genial! 😛 Segundo: que estamos passando mais tempo  na tal terceira idade. Assim sendo, pela lógica, deveríamos aprender a conviver com ela para podermos chama-la, de fato, de ‘a melhor idade’. Na prática, porém, não é bem assim.

Fui assistir com meu pai o musical “Forever Young”, dirigido pelo fantástico Jarbas Homem de Mello, que expõe muito bem esta questão. A peça se passa numa casa de retiro para artistas onde seis idosos se transformam em verdadeiros astros ao relembrarem os gloriosos tempos de rock’n’roll que os remete à juventude. É como se momentaneamente as limitações físicas ficassem pequenas perto da alegria e vivacidade que vêm junto com os vozeirões dos atores/cantores. Por outro lado, a enfermeira responsável só os faz pensar em doenças, limitações, na morte, no fim. E desses estímulos negativos não sai nenhuma resposta positiva – como se pode imaginar – os idosos ficam mal-humorados, apáticos, deprimidos.

O espetáculo propõe esta reflexão: como lidar com a velhice? Nossa e das pessoas ao nosso redor? Mais do que propor uma resposta universal, fica clara a necessidade de se debater sobre o assunto. Até porque, se em 20, 30 ou 40 anos nós não estivermos vivenciando  isso na pele, é porque não estaremos vivenciando mais nada, se é que vocês me entendem :/.

Selecionei alguns pontos da bela mensagem sobre a vida apresentada ao final  do espetáculos, após os aplausos:

– Todos vamos envelhecer (que dá título a esse post)

– A vida não permite ensaios. Ela é um plano sequência em uma única tomada: não a desperdice!

– Pense no agora!

– Não deixe nada nem ninguém amargar a sua vida.

Abaixo segue o vídeo com a mensagem completa, é só clicar para assistir:

E se der medo, vai com medo mesmo!

Você já deixou de fazer alguma coisa por medo? Eu já, confesso. Várias inclusive. Algumas não fiz por medos que fui criando com o passar do tempo, com experiências minhas e de pessoas à minha volta, que foram criando certos ‘traumas’ que me faziam recuar toda vez que me aproximava de uma situação semelhante.

Temos que aprender a identificar esses medos e criar a consciência de que o perigo maior está na nossa cabeça e não no fato em si. Devemos criar novos significados e ‘reprogramar’ as emoções relacionadas ao determinado evento. Não estou dizendo que é fácil, pois não é mesmo. A boa notícia é que: é possível! E nós temos o poder de fazer esta mudança!

Tem outro tipo de medo que é um medo covarde. Covarde porque ele não tem relação com os ‘nossos medos’ e sim com os paradigmas e percepções dos outros. Oi? Isso mesmo. Uma coisa é ter medo por um medo nosso, outra é ter medo por medo dos outros. Vamos combinar, cada um com suas noias, né? E a ideia aqui é justamente se livrar delas (ou ao menos mantê-las sob controle rsrs).

Pois é justamente este ‘medo covarde’ que muita vezes nos impede de fazer alguma coisa que queremos fazer mas não fazemos porque temos medo do que os outros vão pensar ou medo do que pode acontecer (ou não acontecer) ou ou ou… Agora mesmo, por exemplo, estou com medo de postar este texto e começar de fato o blog. Medo do que vão achar, medo das críticas, medo de não estar bom o suficiente… Mas vou com medo mesmo!

O medo é ótimo quando serve de advertência para não entrarmos literalmente de cabeça num rio desconhecido ou como desafio para superarmos obstáculos. Mas quando deixamos o medo ser maior do que deve, o medo paralisa. E aí, sabe o que acontece? Nada. Exatamente isso: NADA. E sabe o que é pior do que fazer alguma coisa e dar errado? É não fazer nada.

E você, já deixou de fazer alguma coisa por medo?

Se tiver oportunidade de sair, saia!

Minha vó uma vez me disse: ‘sempre que você tiver uma oportunidade de sair, saia!’ E venho seguindo esse conselho dela. Mesmo quando não estou muito animada, se uma amiga me chama pra sair e eu posso, eu vou! Às vezes uma simples saída é capaz de sacudir as coisas. Acredito muito em energia e como é importante se manter em movimento. E se for em boa cia, ainda melhor!

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Na baladinha com as amigas gatas do meu ❤

Nessa mesma vibe, recebi essa mensagem num grupo de whatsapp  e achei que devia compartilhar aqui, pois é uma coisa que sempre digo: “Por que fazer de tudo para ir no enterro de alguém e não fazer questão de encontrar a pessoa em vida?” Parece coisa de doido, né não??  Confesso que nunca entendi e acho que nunca vou entender…
Sem mais delongas, vamos ao texto que eu mencionei:
*VÁ  AOS ENCONTROS FELIZES!*
-Pode ser complicado, difícil e caro. Vá!
-Pode ser uma viagem longa. Vá!
-Tem festa de 85 anos da tia? Vá!
-Aniversário do filho do amigo? Vá!
-Encontro de 20 anos da formatura? Vá!
-Amigo secreto? Vá!
-casamento do primo? Vá!
Pegue o carro,
o ônibus,
o avião…
pegue uma  carona!
  … Vá!
Fica no hotel,
na tia,
na pensão!
… Vá!
Parcela a passagem!
Dê um jeito, mas
… Vá!
SABE POR QUÊ?
    – Porque nos encontros tristes você irá.
    – Quando alguém morre, todos vão.
    – Por protocolo, por obrigação ou por dor, você irá.
As pessoas vão, se esforçam pra ir
 aos enterros…
  Pedem folga.
  Cancelam a reunião.
  Transferem as entregas…
  E todos se reunem e se abraçam e choram juntos.
  E é bonito isso.
  E é bom que seja assim!
 Mas é bom que seja assim também nos momentos felizes!
É bom estarmos junto nas comemorações,
nas conquistas,
nas festas que brindam a vida!
-Dando risada.
-Relembrando histórias.
-Deixando-nos levar pela alegria despretensiosa dos momentos bons!
Assim, vamos juntando as peças na melhor coleção que a vida tem a oferecer:
A DOS ENCONTROS FELIZES!!!
😍✨🎊🎉😍
(Não sei quem redigiu essa preciosidade, mas vale o compartilhamento)

50 lições de vida que todos nós precisamos aprender!!!

Recebi esta mensagem por WhatsApp e acho que vale a pena compartilhar aqui. Pelo que pesquisei, esse texto já está circulando na web há bastante tempo, mas continua super atual. Vale para quem, assim como eu, ainda não tinha lido e também para quem já conhecia, pois sempre é bom relembrar! 😉

São 50 pequenas (grandes) lições de vida escritas pela jornalista norte-americana Regina Brett, que inclusive viraram livro de tanto sucesso que fez na internet. Na mensagem que eu recebi dizia que ela tinha 90 anos, mas ela completa 62 em 2018 rsrs…  Ela escreveu a lista quando completou 50 anos. Na mensagem que eu recebi, falava em 45 lições, aí, pesquisando, achei as outras cinco que faltavam rsrs.

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A autora Regina Brett e seus livros

Sem mais delongas, segue a lista completa:

  1. A vida não é justa, mas ainda assim é boa.
  2. Quando estiver em dúvida, dê apenas o próximo pequeno passo.
  3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.
  4. Não se leve tão à sério. Ninguém mais leva…
  5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.
  6. Você não tem que vencer toda discussão. Concorde para discordar.
  7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
  8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta.
  9. Poupe para sua aposentadoria começando com seu primeiro salário.
  10. Quando se trata de chocolate, toda e qualquer resistência é em vão.
  11. Sele a paz com seu passado para que ele não estrague seu presente.
  12. Está tudo bem se seus filhos o verem chorar.
  13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia do que é a jornada deles…
  14. Se um relacionamento tem que ser mantido em segredo, você não deveria entrar nele.
  15. Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe: Deus nunca pisca.
  16. A vida é muito curta para ser desperdiçada em intermináveis lamentos. Esteja ocupado vivendo ou esteja ocupado morrendo.
  17. Você pode fazer tudo se começar hoje.
  18. Um escritor escreve. Se você quer ser um escritor, escreva.
  19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda chance só depende de você e de mais ninguém.
  20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
  21. Acenda velas, coloque os lençóis mais bonitos, use lingerie elegante. Não guarde suas coisas para uma ocasião especial. Hoje é especial.
  22. Prepare-se bastante. Depois, deixe-se levar pela maré…
  23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
  24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
  25. Ninguém é responsável pela sua felicidade além de você.
  26. Encare cada “desastre” com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?
  27. Sempre escolha a vida.
  28. Perdoe tudo a todos.
  29. O que os outros pensam de você não é da sua conta.
  30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
  31. Não importa se a situação é boa ou ruim, ela irá mudar.
  32. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais irão. Mantenha o contato.
  33. Acredite em milagres.
  34. Deus lhe ama por que é Deus, não pelo que você fez ou deixou de fazer.
  35. O que não lhe mata, certamente lhe torna mais forte.
  36. Envelhecer é melhor do que morrer jovem.
  37. Seus filhos só têm uma infância. Faça com que ela seja memorável.
  38. Leia os Salmos. Eles tratam de todas as emoções humanas.
  39. Vá para a rua todo dia. Milagres esperam por você em todos os lugares.
  40. Se jogássemos nossos problemas em uma pilha, e depois víssemos os problemas dos outros, pegaríamos os nossos de volta.
  41. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor para sua vida aqui e agora!
  42. Desfaça-se de tudo que não seja útil, bonito e prazeiroso.
  43. Tudo o que realmente importa, afinal, é que você amou.
  44. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo de que precisa.
  45. O melhor está por vir.
  46. Não importa como você se sinta, levante-se, vista-se bem e apareça.
  47. Respire fundo. Isso acalma a mente.
  48. Se você não pedir, você não ganha.
  49. Produza.
  50. A vida não vem embrulhada com um laço, mas ainda assim é um presente!!!

Uma ótima semana a todos!!! 😀

(IN)congruências nossas de cada dia

Recentemente entrevistei uma renomada coach sobre a descrença política que atinge grande parte dos brasileiros. Ela falou sobre a falta de congruência de muitos políticos e que isso abala diretamente sua credibilidade. Mas o que seria essa tal congruência? Segundo ela, o pensar, falar e agir devem estar alinhados, isso é ser congruente. E qualquer coisa que fuja a esta lógica é capaz de abalar essa credibilidade.

Eu acrescentaria ainda o sentir, pois acho que tem certas coisas que a gente simplesmente sente, sem refletir muito sobre o assunto. Acho que grande parte dos problemas começa justamente aí. Tem muita coisa que a gente sente e, quando começa a pensar muito sobre o assunto, chega à conclusão de que aquilo que sentimos não é certo ou é diferente do que imaginamos de como deveria ser. E assim começamos a ser incongruentes com nós mesmos.

Esse tipo de situação pode não gerar um atrito com as outras pessoas, que talvez nem percebam essa batalha interior, mas certamente traz consequências avassaladoras para nós mesmos, principalmente se essas incongruências se tornam constantes. Quem aguenta ficar o tempo todo engolindo sapo? Será que foi daí que veio a expressão? Bem possível, afinal, quando isso acontece, a sensação é de estar com a garganta entalada mesmo…

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Campanha ‘Chega de engolir sapo’ da Fiesp

O que me pergunto é: se não faz bem abafar os nossos sentimentos, por que então fazemos tanto isso? Será que estamos tão preocupados em seguirmos normas e condutas sociais que esquecemos de seguir aquela que é a mais importante de todas as regras? A nossa essência??? E quais as consequências disso?

Assim como a Lurdinha Machado (a coach sensacional que mencionei acima), acredito que a congruência é fundamental para a credibilidade. Mais ainda: acho que é essencial para a paz de espírito. Afinal, não dá pra se sentir bem com a garganta engasgada, né?