Ser feliz depende de nós

Já parou pra pensar sobre isso? Problemas e dificuldades todos têm, assim como bons momentos. Já me disseram uma vez que a vida é como um compasso de batimentos cardíacos: cheia de altos e baixos. Muitos desses altos e baixos não podemos controlar, são eventos externos, que fogem ao nosso controle. A única coisa que podemos de fato controlar é a forma como reagimos a esses eventos. É aí que entra a nossa responsabilidade pela nossa felicidade.

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Se você estivesse chorando numa Ferrari em Paris pouco importaria o fato de estar em Paris ou numa Ferrari.

Temos mania de associar o ‘ser feliz’ com questões pontuais: viajar nas férias, ir a uma festa, receber um aumento… Essas coisas são boas? Lógico que sim! Mas não é isso que vai determinar a nossa felicidade. Se você não estiver de bem com você mesmo e mantiver uma atitude positiva, nada disso adianta. Sabe aquela história que é melhor chorar em Paris que chorar no meio da rua? Geralmente falam isso quando alguém diz que dinheiro (evento externo) não traz felicidade. E não traz mesmo! Em ambos os casos você continua chorando ora bolas! Logo, não está feliz em nenhuma das duas situações. É bom ter dinheiro? É bom viajar? Claro que sim!!! Mas não é isso que determina a sua felicidade, este é o ponto.

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Ser feliz vem de dentro. É clichê, mas é verdade!

Ser feliz vem antes de qualquer outra coisa. É um compromisso que você assume com você mesmo e, na minha opinião, o mais importante de todos os compromissos, pois você assume o controle sobre a forma que vai levar a vida. Quando você se compromete com a sua felicidade, você passa a não se deixa abalar por qualquer coisa e menos ainda permite que essas coisas tirem a sua paz interior. Da mesma forma, você naturalmente se afasta de coisas que lhe fazem mal, afinal, se você está comprometido com a sua felicidade, pra que vai ficar perto de coisas que fazem exatamente o oposto né? Você passa a valorizar mais as coisas boas e menos as ruins. Passa a enxergar o copo ‘meio cheio’ ao invés de ‘meio vazio’. E por aí vai… Ser feliz é, antes de tudo, uma questão de atitude.

Decida ser feliz. E seja!!!

Segunda-feira eu começo!

Quem nunca falou isso? Chega quarta, quinta-feira.. E quando surge uma nova atividade, ao invés de fazê-la imediatamente, deixamos para… Segunda-feira! Às vezes acontece de um dia pro outro. Chega 15h, 16h… E o que aparece depois disso, fica para o dia seguinte.

Existe aquele ditado: “não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje”. E tem também aquele outro: “não deixe para amanhã o que você pode deixar pra lá”… Mas não tem nenhum que diga: Se tiver que fazer alguma coisa, simplesmente faça! O que seria o mais óbvio, concordam comigo?

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Slogan da Nike: Just do it – Apenas faça! 😉

Por que temos essa mania de postergar as coisas? Por que essa dificuldade de partir para a ação? Será que lá no fundo queremos acreditar que algo vai acontecer nesse meio tempo que torne desnecessário o início dessa coisa nova? Ou que as coisas vão se resolver sozinhas? Ou ainda: será que somos tolos a ponto de querer ganhar tempo para pensar em novas possibilidades para ganhar mais tempo? Oi??? Tá confuso isso hein!

Pode ser o início da academia… O início da dieta… O início de um novo treino… O início de um trabalho novo… Qualquer coisa nova, que nos obrigue a sair da nossa zona de conforto. Sair da zona de conforto é essencial se queremos evoluir.

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Para crescer, a lagosta precisa mudar de casca, sabia disso?

Esses dias, vi um vídeo sobre lagostas que dizia assim: “a lagosta é um animal mole com uma casca dura, que não se expande. Cada vez que a lagosta cresce, ela se sente desconfortável, sob pressão. Então, ela se esconde dos predadores debaixo de pedras, se livra da casca antiga e permanece ali até criar uma nova casca”. Moral da história: para crescer, você precisa obrigatoriamente passar por um período de desconforto e romper com antigos padrões e crenças que podem estar te limitando.

Assim como essa mania de ‘deixar para amanhã’…  ou ‘deixar para segunda-feira’…  Já pensou quanta coisa você já deixou de fazer nesse tempo? Quantas  ‘cascas’  você já deixou de trocar? Se você quer uma coisa, não é mais fácil simplesmente fazer o que deve ser feito para conseguir essa coisa? O quanto antes? Que tal hoje? Ou vai deixar para a próxima segunda?