Evoluímos, mas ainda precisamos evoluir muito mais!

Nunca se falou tanto sobre violência contra a mulher. Assédio deixou de ser ‘engraçadinho’ e virou crime. Evoluímos. Mas ainda há um loooongo caminho pela frente… Por que estou escrevendo isso?

Acho que ainda está para nascer uma mulher que nunca tenha passado por algum tipo de violência física, sexual ou mesmo verbal, de caráter moral/psicológica. Eu mesma já passei por várias situações bastantes desagradáveis em diferentes níveis. E digo; não é legal!!!

Acredito que nem sempre as pessoas fazem esse tipo de coisa ‘por mal’ mas porque realmente não têm consciência do mal que estão fazendo de fato. Às vezes até chegam a pensar que estão agradando. Oi? Pois é…

Pois bem, enquanto houver qualquer tipo de ‘confusão’ nesse sentido, é sinal de que é preciso sim continuar falando sobre isso. Vale para meninos e para meninas também.

Foto em PB porque o assunto é sério. Crédito: Leandro Ramos.

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Sobre o dia da mulher: e se fosse um homem?

Já ouvi mulheres sendo chamadas de vagabundas por fazerem sexo no primeiro encontro. Ou por terem múltiplos parceiros. Ou por fazerem sexo pelo simples ato. E se fosse um homem?

Já ouvi dizerem que é nojento uma mulher madura ter um relacionamento com uma pessoa (bem) mais jovem. E se fosse um homem?

Já ouvi mulheres em cargo de chefia serem chamadas de ‘mal comidas’ ao tomarem atitudes duras. E se fosse um homem?

Já vi mulheres que escolheram não ter filhos serem julgadas por sua decisão. E se fosse um homem?

Já ouvi dizerem que mulheres bem-sucedidas alcançaram o sucesso em troca de favores sexuais. E se fosse um homem?

O pior de tudo é que ouvi todas essas coisas de outras mulheres…

Nós, mulheres, devemos nos unir.

Neste dia oito de março, vamos lembrar que somos parte essencial desta luta.

Feliz dia internacional da mulher!

Pra Pensar: Beleza é futilidade? E as novidades do blog!

Beleza e futilidade estão relacionadas? Ou será preconceito da sua cabeça? Você já parou pra pensar sobre isso? Este é o tema do novo vídeo do canal, que marca também o novo momento do blog!

E que momento é esse?

Até agora, falamos muito aqui sobre comportamento, relacionamentos, reflexões sobre a vida que nos ajudam a pensar se estamos no caminho certo, de acordo com a nossa essência. Porque, no fundo, é isso que todo mundo espera, né, gente, se encontrar e viver a tal ‘vida em plenitude’. Pois bem, vamos continuar com nossas discussões e reflexões, elas estarão na categoria ‘Pra Pensar‘, como esta, do vídeo.

A novidade é que, além do conteúdo mais ‘papo cabeça’ vamos dizer assim, teremos duas novas categorias:

Novidades – como o nome já diz, vai trazer novidades do mundo da beleza e bem-estar para ficarmos cada vez mais lindas e poderosas! Aí, com o passar do tempo, teremos as subcategorias: cabelo, maquiagem, pele etc… 

Dicas da Tati – vou compartilhar sugestões de coisas bacanas que eu descubro por aí: pode ser um filme, um livro, uma loja ou até mesmo um chocolate, como já fiz anteriormente. Até porque todos gostamos de boas dicas e boas descobertas merecem ser compartilhadas, certo? Com o passar do tempo devem surgir subcategorias também.

Espero que vocês tenham gostado da novidade! E se por acaso você está pensando: ‘affff… Vai virar só mimimi e futilidade’, sugiro que você assista correndo o vídeo abaixo, talvez você mude de ideia. 

Aliás, convido todas a assistirem! Sim, o blog está cada vez mais voltado para o público feminino e essa é a ideia, mas os meninos também são bem-vindos e serão sempre bem-vindos aqui! 

Beijo poderoso!!! 

Não deixe o medo te paralisar

Medo é bom até certo ponto. O medo funciona como proteção, impedindo que a gente se coloque em situações de risco. O medo de se queimar faz com que a gente não coloque a mão no fogo. O medo de se afogar faz a gente não entrar muito no mar. O medo de ser assaltado faz a gente evitar sair de casa à noite e por aí vai…

O medo em demasia, porém, ao invés de medida de proteção, é destrutivo. Ao invés de fazer com que a gente aja com cautela, ele paralisa. E aí a gente não faz mais nada… Medo em excesso gera ansiedade. Ao invés de simplesmente agir, pensamos em tudo que pode acontecer de errado. Já pensou estar andando na rua, tropeçar, bater a cabeça e morrer? Aí já não é nem mais ansiedade, né, é paranoia mesmo.

Sim, existe a possibilidade de estar andando na rua, tropeçar, bater a cabeça e morrer, por mais trágico que pareça. Mas não precisa ser nenhum gênio pra saber que a chance disso acontecer é mínima. Tão insignificante que ninguém em sã consciência deixa de andar na rua por causa disso.

E se o risco for maior? Um ginasta, por exemplo, num salto ou manobra que não seja bem executada, tem uma chance muito maior de bater a cabeça e eventualmente até morrer.  Sim, existem casos de ginastas que se acidentaram, alguns até de forma fatal. E, ainda assim, a prática continua e muitos ginastas estão por aí superando seus limites e conquistando medalhas.

Não deixe o medo virar uma camisa de força!

O ganho é proporcional ao risco. Já ouviu falar nisso? Com certeza quem aposta na bolsa de valores já. E faz todo sentido, afinal, se você está correndo um risco maior, nada mais natural que a recompensa seja proporcionalmente mais vantajosa. Isso vale na bolsa e na vida também.

A questão não é simplesmente sair se arriscando por aí sem pensar nas consequências porque elas existem. E sim aprender a mensurar esses riscos de forma adequada. O peso do medo não pode ser maior do que todas as possibilidades de dar certo ou até de não dar em nada juntas, senão paralisa.

Superar nossos medos é essencial para evoluirmos. Pode ser o medo de falar em público, de saltar de paraquedas, de se declarar à pessoa amada ou abrir o próprio negócio. Pode dar certo, pode não dar em nada e pode dar errado. Independente do resultado, porém, o saldo sempre é positivo. A atitude de enfrentar o medo, por si só, é capaz de gerar transformações internas incríveis, mas só há um jeito de saber. E não é fazendo nada.

Saia apenas com quem te deixa usar batom vermelho

Você já parou pra pensar como tem pessoas que fazem a gente se sentir bem e outras que exercem efeito oposto? As pessoas com quem nos relacionamos têm papel fundamental nas nossas vidas e, por isso, devemos escolher muito bem nossas companhias. Este é o assunto do novo vídeo do canal! Para assistir, é só dar play! 🙂

 

Cuidado: nem sempre o certo é o certo a fazer

Cada situação exige uma postura diferente e precisamos estar atentos aos sinais para perceber essas peculiaridades.

Existe o certo e o certo para cada situação. E nem sempre são a mesma coisa. Descobri isso recentemente, quando passei uma situação no trabalho onde fiz tudo certo, mas não fiz o certo que a situação exigia.

Somos (eu fui e acredito que a maioria também) ensinados desde cedo a agir de forma correta, seguindo normas e valores que nos são passados pela família, escola, faculdade… E que, de uma forma ou outra, regem as condutas sociais. Porém, na prática, tirar apenas nota 10 na escola não é garantia de sucesso na chamada escola da vida, onde muitas vezes descobrimos apenas na tentativa e erro o que é, de fato, certo e errado.

Tem o certo e o certo para cada situação!

Recentemente escrevi um texto sobre incongruências (clique no link para ler) e acredito que isso reflete muito também na relativização do que é certo ou errado. A congruência é essencial para a credibilidade. Se você diz uma coisa e faz outra, não vai demorar muito para as pessoas deixarem de acreditar em você. Mas e quando o ‘ser congruente’, ou seja, agir de acordo com o que você pensa e acredita, entra em conflito com questões externas, que o obrigam a agir de forma diferente do que você gostaria? Aí vem a questão do ‘certo a fazer’.

Eu costumo dizer que cada pessoa é um pequeno computador, onde as pastas e arquivos estão sendo constantemente atualizados. Algumas pessoas possuem arquivos iguais, outras totalmente diferentes. Esses arquivos são nossas referências, onde buscamos o ‘norte’ para guiar nossas ações. E se os arquivos são diferentes de pessoa pra pessoa, é natural que as referências mudem também.

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Ao nos depararmos com uma nova situação, tentamos buscar referências com outras situações já vivenciadas.

Perceber essas diferenças e aprender a lidar com elas não é fácil. E não é por falta de vontade. Tudo na vida é aprendizado e se, de repente, nos vemos frente a frente com uma situação inusitada, que não temos conhecimento anterior, é natural a gente se confundir mesmo. Como saber como agir em determinada situação se a gente nem sabia que determinada situação poderia existir? É pra ficar perdido mesmo! Nem o waze consegue achar ruas que não estão cadastradas no sistema.

A resposta para esta questão é uma só: experimentando e criando novos arquivos e referências para aumentar nosso repertório. Pode ser que na primeira vez a gente se atrapalhe e se perca mas, se nos permitirmos ampliar nossa visão e aceitar que existem outras verdades além das nossas próprias, aos poucos vamos conhecendo novos caminhos. E vai ficando mais fácil fazer não apenas o que é certo, mas também o que é certo a fazer.

Primeiro vídeo do canal explica porque todos nós deveríamos usar batom vermelho

Poderosas e poderosos do meu ❤

Após algumas reformulações, é com muita alegria que compartilho com vocês essa super novidade: já está no ar o primeiro vídeo do canal “O Poder do Batom Vermelho”!!! Estão todos super convidados a assistir! E participar também!!!! Vamos fazer o canal juntos, pois é conversando que a gente se entende e é trocando ideias que a gente cresce, né?

Sempre digo que o batom vermelho é acima de tudo uma questão de ATITUDE! E é justamente sobre isso que vamos conversar no canal. A ideia é trocar experiências e figurinhas para crescermos como pessoa, pois quando estamos bem com nós mesmos, absolutamente TUDO melhora à nossa volta.

Serão sempre vídeos curtos e objetivos recheados de muito amor e good vibes pra espalhar o poder do batom vermelho e deixar você ainda mais poderosa! Ou poderoso! Porque atitude digna de batom vermelho é para todos: homens e mulheres.

No meio de tantos radicalismos, em que tanta gente está brigando e pregando o ódio e desavenças, vamos fazer diferente! Pessoas poderosas espalham amor e não ódio! Se você gostar da ideia, compartilhe o vídeo com amigos e familiares e aproveita e já se inscreve no canal. E lembre-se de deixar um comentário, vou adorar saber a opinião de vocês.

Vamos espalhar esse amor e poder! O mundo precisa de mais meninas e meninos superpoderosos! Estou esperando vocês! Para assistir, é só clicar abaixo! 🙂

 

 

Por que todas nós deveríamos usar batom vermelho

O batom vermelho é um ícone da feminilidade. Sugere desejo, paixão, elegância, glamour. Acima de tudo, porém, o batom vermelho representa atitude: uma atitude de confiança, autoestima elevada, segurança, coragem e por aí vai… Este é o poder do batom vermelho que todas deveríamos assumir nas nossas vidas.

Tá difícil de entender a grandiosidade do poder do batom vermelho? Eu explico. Imagina a cena: uma mulher de batom vermelho chama atenção. Fato. Ao entrar em um bar cheio de homens, por exemplo, ela vai atrair olhares. Para não se sentir desconfortável, com vergonha ou algo do tipo, a mulher precisa estar muito confiante e segura de si.  E isso nem sempre é fácil…

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Batom vermelho é atitude acima de tudo!

Às vezes, por algum motivo, nossa confiança fica abalada.  Você pode até estar de batom vermelho, mas se a sua postura não for condizente com o furor causado pelo uso do batom vermelho, o impacto gerado não será o mesmo, muito pelo contrário, pois grande parte do furor que o batom vermelho causa está relacionado diretamente com a atitude da mulher, que vai desde a postura corporal, olhar penetrante até a segurança de saber o que quer. Essas características são, por si só, magnéticas.

Aliás.. Uma mulher com confiança abalada dificilmente vai escolher usar um batom vermelho, pois sabe que isso chama a atenção. Quando você se torna o centro dos holofotes, você tem que estar preparada para lidar com o que isso representa. E nem todas estão prontas para isso. Às vezes é mais fácil simplesmente não lidar com certas coisas. Sabe aquela história do baú escondido e esqueletos no armário? Pois é… Mais ou menos isso.

De tempos em tempos, uma boa faxina é necessária para limpar a sujeira e tirar tudo que não presta. A faxina mais importante de todas, porém, não é a limpeza da casa ou apartamento, mas a limpeza interna. Às vezes precisamos cutucar as feridas para ajudar na recuperação. O batom vermelho tem esse poder. Por isso, insisto: o batom vermelho é muito mais do que uma simples cor de batom, é uma atitude que todas deveríamos incorporar independente de nossas bocas estarem pintadas ou não.

Por tudo isso, a partir de hoje o blog se chama “O Poder do Batom Vermelho” em referência a todas as questões visíveis ou não que envolvem o uso do batom vermelho. O batom vermelho é um símbolo dessa atitude de empoderamento que tanto se fala por aí e que todas devemos buscar.  Atitude digna de batom vermelho é para todas.

Fazer o que se gosta também é fazer o que precisa ser feito.

Todos os dias, desde pequenos, precisamos fazer coisas que não gostamos. Lembra quando você estava brincando e sua mãe mandava você tomar banho? Ela estava na verdade ensinando uma dura realidade da vida: muitas vezes vamos ter que fazer coisas que não gostamos ou não queremos fazer e em momentos em que gostaríamos de estar fazendo outra coisa. Fazer o quê? Faz parte!

O tempo passa e parece que nos acostumando mais com a ideia. Já tomamos banho por conta própria (ufa!) e, pasmem: até saímos da cama quando toca o despertador! Mesmo que seja depois de acionar o ‘soneca’ umas quantas vezes… Falando nisso, leia também o texto Descubra se vale a pena apertar o botão soneca , já postado aqui no blog.

E por que fazemos todas essas coisas? Porque queremos? Até pode ser, mas, acima de tudo, porque sabemos que é necessário.

O que muitas vezes não percebemos é a importância de fazermos também as coisas que gostamos de fazer. Estamos acostumados a fazer sempre o dever primeiro, ok, não há o que contestar aqui. O problema é que, com a quantidade cada vez maior de obrigações, consequentemente o lazer vai tendo cada vez menos espaço em nossas vidas.

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Sempre que posso saio para dançar!

Pode ser que seja difícil dormir até tarde ou curtir um parque numa tarde ensolarada sempre que der vontade. Mas se essas coisas nos fazem bem, devemos fazê-las sempre que surgir uma oportunidade. E aproveitar cada momento.

Descubra se vale a pena apertar o botão soneca

O despertador e o soneca

Que atire a primeira pedra quem nunca apertou o botão ‘soneca’ no celular para ficar só mais 5 minutinhos na cama. Às vezes, mais de uma vez, prolongando ao máximo a famosa “preguicinha’ antes de acordar, mesmo que isso signifique ter que levantar num pulo e sair de casa sem tomar café da manhã. Ou pior: atrasado mesmo.

sono

Ok, está comprovado que faz bem gastar uns minutinhos na cama se espreguiçando para, literalmente, acordar o corpo. O cérebro e o corpo levam tempos diferentes para despertar, sabia disso?

Mas sem exageros: 10 minutos se espreguiçando é o suficiente, ou seja: dois períodos de soneca (ou mesmo um, depende do seu despertador). Seria ok e até recomendável se ficássemos esse tempinho nos esticando, nos preparando para levantar. Mas não é bem assim que acontece, né? Em geral, cochilamos novamente, agradecendo aos céus por aqueles minutinhos mágicos num sono que parece o paraíso. Até que o despertador toca novamente e a história se repete…

Minha pergunta é: por que fazemos isso? Afinal, sabemos que teremos que nos levantar. Da mesma forma, temos plena consciência de que cinco minutinhos a mais na cama não vão nos deixar mais descansados. Pensa bem: se não conseguimos descansar o suficiente em quatro, cinco, às vezes até seis ou sete horas, como cinco minutos vão fazer diferença??? Não tem lógica, né?

Mesmo assim, tem gente que garante que faz diferença sim. Recentemente, conheci um caso ainda mais emblemático: uma colega de pole mostrou o celular dela, programado para despertar a cada minuto por uma horaaaaa!!! Uma hora de despertador tocando de minuto em minuto!!! Dá pra acreditar? Se eu não tivesse visto, não acreditaria…

A-máquina-do-tempo

Meu pai é outro caso a ser estudado. Quando morava na Alemanha, na hora da sesta, ele disse que colocava o despertador para três minutos depois!!! Já imaginou??? Você vai até o quarto, arruma a cama, coloca uma roupa mais confortável, fecha a cortina e… três minutos depois já está de pé de novo!!! Whaaaattt??? No way!!! Pra mim essa relação custo x benefício não compensa não!

A que conclusão podemos então chegar? Que cada pessoa precisa de um tempo diferente pra sair da cama? Que temos o hábito de prolongar as coisas até o momento em que elas não podem ser prolongadas de jeito nenhum? Que dormir, além de uma necessidade,  é uma delícia? Acho que todas as alternativas são verdadeiras, mas uma se sobressai: o nosso poder de decisão sobre quando podemos (ou devemos) ou não ceder à tentação de continuar dormindo e o momento de, literalmente, acordar pra vida.

Já comentei em outros textos sobre a importância do momento de decisão. É isso que determina todas as nossas atitudes, inclusive a hora de sair da cama.  Você pode continuar curtindo sim uma dose extra de soneca ao acordar. É gostoso, vamos ser sinceros. Só devemos lembrar que existem ocasiões em que o alarme só toca uma vez. E, se não agirmos no momento certo, podemos perder bem mais do que um café da manhã…