Neste texto eu vou te ensinar como conquistar o homem dos seus sonhos. Preparada?

Olá meninas! Você quer conquistar um relacionamento incrível com o homem dos seus sonhos? Se você é mulher, é bem provável que você já tenha se deparado com algum anúncio nesse estilo pela internet. A maioria deles vendendo cursos para você aprender a conquistar o homem que você quiser e o principal: não deixá-lo fugir! rs. Pois bem, você vai aprender tudo isso AGORA. E de graça! Tá preparada?

A primeira coisa que você precisa entender, para não frustrar suas expectativas, é que o homem dos seus sonhos não existe. Quer dizer, existe no sonho, se não fosse assim, seria real. Dãaaaa! Pois é, sempre vai ter uma ex louca, uma penca de filhos na bagagem, uma barriguinha a mais, um cabelinho a menos, enfim… Mas ainda assim você pode sim encontrar alguém bem próximo do seu ideal. Para isso, você precisa saber quais são as características que você busca num parceiro e o grau de importância de cada uma delas para saber priorizar de forma correta.

Vou dar um exemplo: quero um homem alto, loiro, olhos azuis, milionário, bom de cama e com um corpo malhado. Percebam que nesta descrição fiz um mix entre o dito ‘senso comum’ do que seria um homem ideal e Christian Grey, que personifica grande parte disso. Feito isso, é preciso saber o que é mais importante e menos importante pra mim dentre todas as características enumeradas. Pois bem, comece a focar sua energia nos homens que tenham a característica que é mais importante pra você. Parece lógico, né? Mas não é.

Jamie Dornan encarna Christian Grey em 50 Tons de Cinza

Agora que você já sabe em quem focar sua energia, vamos para a parte de aprender como fazer essa pessoa gostar de você. Antes de começar, vou propor um exercício: se olhe no espelho. Você gosta do que vê? Se a resposta for sim, você já está muito perto de alcançar seu objetivo. Caso contrário, o caminho será um pouquinho mais longo, mas tão compensador quanto ou até mais. Sim, o primeiro passo para fazer o outro gostar da gente é a gente se gostar. Afinal, se nem a gente gostar da gente, como pode outra pessoa gostar? No filme “A Verdade Nua e Crua”, o personagem do maravilhoso muso gostoso Gerard Butler diz assim para a personagem da também maravilhosa Katherine Heigl: ‘Se nem você quer fazer sexo com você, quem vai querer?’ Eles estavam falando sobre masturbação. A frase é sensacional e resume muito bem a ideia toda.

Gerard Butler e Katherine Heigl em A Verdade Nua e Crua. Adoro esse filme!!!

Para você atrair pessoas que estejam de acordo com o que você deseja, você, antes de tudo, precisa se tornar uma pessoa atraente para essas pessoas, até porque essas pessoas não vão ficar com você por obrigação, certo? E a grande sacada é: antes de focar no outro, foque em você! Procure se conhecer melhor, saber o que realmente te faz feliz, do que você gosta, o que te dá frio na barriga, o que te move e por aí vai… Procure identificar também tudo aquilo que você sempre achou que era importante pra você mas que na verdade não é e você achava que era. Doido né? Mas acontece muito! Principalmente por influência de família e amigos.

Depois de fazer essa faxina, encontre seus pontos fortes, tanto físicos quanto traços de personalidade. Aprenda a valorizar mais e mais essas características, invista pesado nisso! Identifique também aquelas caractrísticas que você não gosta muito e procure alternativas para melhorá-las ou mudá-las (quando você não gosta mesmo) e busque também formas de não chamar tanta atenção para elas, disfarçá-las e valorizar o que você tem de melhor, entende? É exatamente isso que os comerciais e aplicativos de foto fazem, já pensou sobre isso? Faça você também no dia a dia para ser uma pessoa mais linda e vibrante sempre. Vale lembrar que a beleza está muito ligada à autoestima, vem de dentro! Se você estiver se sentindo bem com você mesma, isso passa para os outros.

Finalmente, quando você estiver feliz com quem você é e segura de si, você estará apta a conquistar o homem dos seus sonhos! (Ou a versão real dele rs). Tá, mas como? Simplesmente sendo quem você é. É isso que torna a mulher realmente incrível e magnética. Uau! Simples assim? Não! Porque isso não é nada simples. É um caminho mais ou menos longo dependendo de cada uma, mas que vale muito a pena ser percorrido. Ah! É importante alertar que, durante o trajeto, é bem possível que a sua ideia de companheiro ideal mude, pois talvez você perceba que algumas características que você achava que eram importantes pra você não são. Sabe aquela coisa que tudo muda quando você muda? É isso. Até seus relacionamentos. O resto é receita de bolo.

Para o amor entrar, você precisa abrir a porta

Dizem que não há receita para o amor, que, quando ele acontece, simplesmente acontece. Volta e meia me pego pensando sobre isso… Principalmente com tantos sites, matérias e artigos dizendo como agir na hora da conquista – que atire a primeira pedra quem nunca leu um texto assim.

Pois bem, se não há receita para o amor, por que existem tantas receitas por aí? E com tantos elementos em comum? Alguns deles: se quer ser levada a sério, não ‘dê’ no primeiro encontro… deixe ELE te procurar… Finja um certo desinteresse… E por aí vai… Sim, estou falando do ponto de vista feminino por questões óbvias. Pode funcionar? Pode, assim como o contrário também, afinal, quem nunca ouviu histórias de mulheres que tomaram a iniciativa na hora de chamar para sair? Ou que sim, rolou sexo na primeira vez e o casal continua junto até hoje? Se fosse cientificamente comprovado, essas situações não ocorreriam.

Acredito que todas essas ‘atitudes de receita’ despertam o ‘instinto caçador’ que existe dentro do ser humano. É normal querermos aquilo que não temos ou não podemos ter. Aquela história do proibido que é mais gostoso, sabe? Pensando dessa forma, existe sim uma receita, que consiste basicamente em despertar no outro instintos primitivos. Mas seria isso o amor?

Ah, se fosse tão simples… E talvez seja e nós que complicamos tudo. De uns tempos pra cá venho me convencendo disso cada vez mais. Todo ser humano é capaz de amar, está na nossa natureza. Queremos amar e ser amados. Mas, para isso, precisamos estar abertos para o amor e é geralmente aí que a gente começa a complicar tudo.

Que sorte que abriram a porta!!!

Todos temos particularidades, conceitos e (pré)conceitos também. Às vezes idealizamos tanto uma coisa que nos fechamos para novas possibilidades, que podem ser, inclusive, melhores que as inicialmente pensadas. “Ele é muito novo/velho pra mim”, mas você já pensou que essa troca de experiências pode ser benéfica numa relação? “Não estou num momento para começar um relacionamento”, desculpe, tem que agendar? Será que a pessoa não pode acabar contribuindo de forma positiva para o seu ‘momento’? “Ele mora numa outra cidade”, e…??? Hoje falta de comunicação não é desculpa pra nada e, a não ser que ele more num outro planeta, por mais longe que seja é possível se organizar para passar um tempo com a pessoa e nada garante que ele vai morar longe pra sempre né! Etc etc etc… Esses são apenas alguns exemplos das barreiras que colocamos para impedir que o tal do ‘amor’ chegue. E aí vamos em busca de ‘soluções mágicas’ e fórmulas prontas, quando somos nós mesmos que estamos sabotando nossa receita.

Mas e aí? Quer dizer então que devo ficar com qualquer pessoa a todo custo? Claro que não! Todos temos nossas particularidades e modo de ver a vida. E é isso que vai determinar que portas vamos abrir e fechar. O importante é perceber que o amor está aí volta e meia batendo à sua porta. E, para ele entrar, você precisa abrir a porta. 

Voltei a acreditar no amor quando conheci uma história de amor

Confesso que andava desacreditada no amor. Sempre sonhei com belas histórias, onde duas pessoas se conhecem, se gostam e decidem ficar juntas. E, juntas, se apoiam, enfrentam desafios e se tornam mais fortes. Como duas laranjas que fazem juntas um suco maravilhoso e não duas metades – escrevi um texto sobre isso. Duas pessoas que se tornam melhores quando estão juntas. Um amor que ‘Simplesmente Acontece’, como diz o título do filme.

O amor simplesmente acontece!

De uns tempos pra cá, porém, passei a duvidar da existência desse tipo de amor. Já ouvi de muitos homens que ‘não estavam planejando um relacionamento’. Já ouvi de homens com os quais me relacionei e também de amigos. Cheguei a escutar inclusive que alguns não saíam mais de três vezes com a mesma menina para não se envolver e também não criar falsas expectativas. E o amor, que devia ‘simplesmente acontecer’, simplesmente não acontece…

Essas experiências me fizeram refletir sobre a existência do amor. Amor é emoção. No momento em que não nos deixamos levar pelos nossos sentimentos, o amor deixa de existir. Escolher o ‘momento certo’ para se relacionar é racionalizar o amor. E se é razão, não é amor. Ao menos não o amor dos contos de fadas e filmes românticos que costumamos ver.

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Em Natal, quando você vai fazer um passeio de buggy, perguntam: com emoção ou sem emoção?

Passei a acreditar então num outro tipo de amor: um amor planejado, uma etapa das obrigações sociais a ser alcançada em determinado momento da vida. Mais do que sentimento, uma função social que, como o próprio nome diz, todos exercemos na sociedade. Ir à escola, faculdade, arranjar um trabalho, se estabilizar economicamente, casar e ter filhos.  Nesta ordem.

Apesar de todas as quebras de paradigmas que estamos vivenciando, este ainda parece ser o roteiro de boa parte das pessoas, de forma consciente ou não. De acordo com este script, o amor vem depois da estabilidade econômica e profissional. Mas o que acontece se a ‘pessoa certa’ aparecer na hora errada? Ou será que não existe então ‘pessoa certa’ mas sim ‘hora certa’? Para quem sonha em viver um amor romântico, pensar que tudo não passa de um cronograma é desanimador.

E então, tudo mudou quando conheci a história da Lu e do Gabriel*. A Lu estava noiva, de casamento marcado, convites distribuídos e, duas semanas antes da cerimônia, conheceu o Gabriel numa aula de dança. Disse que sentiu uma coisa tão forte que decidiu cancelar o casamento. Após quatro anos, Lu e Gabriel continuam juntos, casaram e tem uma filha. Ah, seguem dançando também.

Com certeza Lu e Gabriel não se conheceram na ‘hora certa’, mas quando vemos o brilho nos olhos dos dois quando estão juntos, dá pra ver que definitivamente são ‘a pessoa certa’ um para o outro.  Acho que muita gente ainda segue a linha do ‘amor planejado’,  mas é reconfortante ouvir histórias de pessoas que arriscaram se deixar levar pela emoção. É preciso muita coragem para se entregar a um sentimento, para ficar vulnerável e mais: sem garantias de que vai dar certo.

Dizem que os investimentos mais lucrativos são aqueles que envolvem os maiores riscos. Fazendo uma comparação com o amor, acredito que seja algo parecido. Existem investidores conservadores que ficam satisfeitos com os rendimentos garantidos, ainda que modestos. Mas tem aqueles que querem mais e não se acanham em apostar alto, mesmo com todos os riscos envolvidos. E sabe por que fazem isso? Porque sabem que vale a pena. Com emoção ou sem emoção? Com emoção! Sempre.

*os nomes foram alterados, mas a história é real 🙂

Primeiro vídeo do canal explica porque todos nós deveríamos usar batom vermelho

Poderosas e poderosos do meu ❤

Após algumas reformulações, é com muita alegria que compartilho com vocês essa super novidade: já está no ar o primeiro vídeo do canal “O Poder do Batom Vermelho”!!! Estão todos super convidados a assistir! E participar também!!!! Vamos fazer o canal juntos, pois é conversando que a gente se entende e é trocando ideias que a gente cresce, né?

Sempre digo que o batom vermelho é acima de tudo uma questão de ATITUDE! E é justamente sobre isso que vamos conversar no canal. A ideia é trocar experiências e figurinhas para crescermos como pessoa, pois quando estamos bem com nós mesmos, absolutamente TUDO melhora à nossa volta.

Serão sempre vídeos curtos e objetivos recheados de muito amor e good vibes pra espalhar o poder do batom vermelho e deixar você ainda mais poderosa! Ou poderoso! Porque atitude digna de batom vermelho é para todos: homens e mulheres.

No meio de tantos radicalismos, em que tanta gente está brigando e pregando o ódio e desavenças, vamos fazer diferente! Pessoas poderosas espalham amor e não ódio! Se você gostar da ideia, compartilhe o vídeo com amigos e familiares e aproveita e já se inscreve no canal. E lembre-se de deixar um comentário, vou adorar saber a opinião de vocês.

Vamos espalhar esse amor e poder! O mundo precisa de mais meninas e meninos superpoderosos! Estou esperando vocês! Para assistir, é só clicar abaixo! 🙂

 

 

Aplicativos de paquera podem ajudar, mas não substituem o olho no olho.

Cuidado para não tinderizar a vida e perder as borboletas no estômago

Os aplicativos de relacionamento vieram pra ficar. Numa realidade em que estamos cada vez mais conectados com o mundo através da tela do computador ou celular e menos antenados com o que acontece à nossa volta, chega a ser natural também apelar para a tecnologia na hora de se relacionar.

Este novo modelo ainda parece apresentar uma série de outras vantagens. A primeira delas, a economia do tempo, essa preciosidade que é mais valorizada a cada dia. Afinal, você pode ‘conhecer’ e falar com diversas pessoas ao mesmo tempo dos mais diferentes lugares sem nem precisar sair de casa. Otimização maior que essa não há.

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Estar com várias pessoas e ninguém ao mesmo tempo…

Tem a questão do descarte facilitado também: nada de ligações prolongadas ou conversas recheadas de choro, drama e desgaste emocional, afinal, já bastam todos os outros problemas… Não quer mais? É só não responder mais as mensagens ou, em casos extremos, deletar ou bloquear o contatinho.

Ah! Outra grande vantagem são os filtros: dá pra escolher por idade, cor de cabelo, olhos, altura, gostos, onde mora e até preferências alimentares e musicais… Incrível! Parece o cupido perfeito. É, parece… E até pode mesmo vir a ser em alguns casos, mas não é o que geralmente acontece.

Somos seres humanos, com sentimentos e emoções. Isso, até hoje, mesmo após muitas tentativas, máquina nenhuma conseguiu reproduzir. E é justamente o sentimento que faz o relacionamento ser, de fato, verdadeiro. O sentimento não escolhe cor de pele, cabelo, profissão ou localização geográfica. Ele simplesmente acontece. O algoritmo do amor parece ser ainda mais complexo que o das redes sociais.

Por sua vez, o aplicativo de paquera é incapaz de reproduzir o brilho do olho da pessoa que aparece na foto, o cheiro, o jeito que fala e gesticula. Quer uma companhia para uma noite? Ok, vá lá… Abra o cardápio e escolha sua preferência. Mass lembre-se que, para sentir friozinho na barriga e ver passarinho verde, não dá para estar com os olhos vidrados na tela do celular. É preciso olhar para os lados, ou melhor: no olho do outro. Ufa! Ainda somos humanos.

Amar é… Não precisar, mas querer estar com a pessoa amada

Sempre fui contra a ideia da ‘tampa da panela’ ou ‘a outra metade da laranja’. Para mim, num relacionamento, são duas laranjas inteiras que, juntas, fazem um suco maravilhoso! Se não for assim, pode ser carência, dependência, solidão ou qualquer outra coisa, menos amor.

Por que será que insistem tanto na ideia de que precisamos de alguém que nos complete? Afinal, não somos seres perfeitos criados à imagem de Deus? Desta forma, como poderíamos ser incompletos? Até porque, com exceção dos irmãos gêmeos, nascemos sozinhos né? E sozinhos também vivemos todas as experiências que fazem de nós seres únicos. E completos na sua essência.

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Relacionamento bom é aquele em que duas laranjas inteiras fazem juntas um suco maravilhoso!

Por que insistir nessa ideia de que, num relacionamento, a outra pessoa vai nos completar?

Talvez já tenha sido assim… Antigamente, por exemplo, quando as mulheres não podiam trabalhar, dependiam financeiramente do marido para sobreviver. Os homens, por sua vez, mal sabiam fritar um ovo (ok, alguns muitos até hoje não sabem) e dependiam das mulheres para ter comida em casa e as tarefas domésticas concluídas.

As coisas mudaram – graças a Deus! Hoje as mulheres não precisam mais que um homem pague suas contas e os homens, por sua vez, já estão se virando melhor na cozinha (em último caso, tem o micro-ondas). Acontece também o contrário: mulheres muito bem sucedidas financeiramente e homens optando por cuidar das tarefas domésticas. Claro, estou falando em estereótipos, mas chamo atenção aqui para o fato de que a questão ‘sobrevivência’ não é mais um fator determinante para se relacionar.

Ok, tem a tal da carência e solidão também, que vem crescendo cada vez mais com os avanços tecnológicos. Quem aguenta ‘falar com máquinas’ o tempo todo? Somos seres sociáveis e precisamos sim da companhia de outras pessoas. Eis que os aplicativos de relacionamento surgiram para resolver com apenas um clique este problema – ainda que de forma momentânea.

Tem pessoas que se relacionam por status ou porque decidem que chegou o momento de construir uma família. Em ambos os casos, o outro entra para suprir uma carência ou necessidade. E talvez aqui a teoria da ‘metade da laranja’ ainda se encaixe bem. Pode virar amor? Pode. Mas está mais para transação comercial.

Acredito que o amor seja mais que isso. É saber que não precisamos da outra pessoa, mas queremos estar com ela. É se sentir bem sozinho, mas melhor com a outra pessoa. Tipo feijão com arroz, sabe? Duas coisas distintas, que podem muito bem funcionar sozinhas ou com outros acompanhamentos, mas que, juntas, são imbatíveis.