Estamos de volta e com várias novidades!

Oi gente!!! Como vocês estão? Desculpem o sumiço, mas foi por uma boa causa! “O Poder do Batom vermelho” está sendo reformulado pra trazer cada vez mais conteúdo relevante de qualidade pra vocês. E as novidades já começaram a aparecer!

A primeira delas é o novo perfil no Instagram, que está lindo! Cheio de inspirações de maquiagem, dicas de saúde e beleza e muito batom vermelho, claro! Já deu uma olhada? Vou deixar o link aqui, aproveita e já segue lá:
https://www.instagram.com/opoderdobatomvermelho/

A outra novidade é o espaço “Pergunte ao Especialista”. Toda semana, um profissional da área da saúde ou beleza vai responder dúvidas das seguidoras. E começamos já esta semana com o tema pilates, uma prática que vem se popularizando cada vez mais, mas ainda gera uma série de dúvidas em relação a quem pode e deve praticar e os reais benefícios. Pilates pode ser considerado uma atividade física? Esta é uma dúvida que eu tenho por exemplo rsrs. 

Quem vai responder é a Aline Motta, ela é formada em educação física e tem especialização em pilates e medicina tradicional chinesa. Tem alguma dúvida ou gostaria de esclarecer alguma coisa em relação à prática do pilates? Deixe sua pergunta nos comentários ou mande um e-mail até a próxima sexta, dia 13.

As respostas serão postadas aqui no blog na semana que vem! Ah! e o tema da semana que vem já foi escolhido e promete render muito: botox! Participe e tire todas as suas dúvidas!  

Espero que vocês gostem das novidades! Beijo grande!!! 🙂  

Ser mulher – uma transformação em andamento

Faz algum tempo que a mulher passou a ocupar apenas o papel secundário. Já temos excelentes protagonistas fazendo história nas mais diferentes áreas. Inclusive no futebol! Pensando a nível Brasil, um país extremamente machista, chega a ser irônico pensar que nosso maior nome no esporte seja o de uma mulher: Marta, eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo. Até hoje, nenhum homem foi capaz de tal feito.

Marta recebendo o prêmio de melhor jogadora do mundo pela sexta vez.

Ironia maior, no entanto, é o que acontece no dia a dia. Não vou nem entrar na questão das disparidades absurdas em relação a salários e oportunidades profissionais no esporte para homens e mulheres porque só isso renderia um texto por si só. Vou focar na cultura (machista sim) enraizada que está por trás disso tudo e que começa cedo, desde a formação da criança.

Na escola, na hora da educação física, adivinha o que acontece? Para eles, futebol, lógico! Para elas, vôlei. Espero que isso já tenha mudado, mas quando eu estava no colégio era assim. Em casa? Ainda são poucos os pais (mães inclusas) que incentivam as filhas a jogarem futebol. Não estou dizendo aqui que todas as meninas devem ou deveriam jogar futebol, mas que ele deveria sim ser apresentado como opção de esporte/atividade física para as meninas da mesma forma que acontece com os meninos.

O futebol, no entanto, é apenas um exemplo bastante oportuno, já que nossas duas seleções estão em campo e permitem certas comparações. O Brasil – futebol masculino – disputa a Copa América. O Brasil – futebol feminino – compete na Copa do Mundo, que já é histórica diga-se de passagem! Pela primeira vez no país, a Copa do Mundo de futebol feminino tem transmissão televisiva e ampla cobertura da mídia. E não só isso: a seleção feminina ganhou uniforme exclusivo (aleluia!) e até álbum de figurinhas. Nada mais justo. Estamos, enfim, evoluindo… Antes tarde do que mais tarde.

Mulheres comentando futebol… Mulheres narrando futebol… Comerciais de camisinha com igual teor apelativo em relação ao prazer feminino e masculino (sim, acabou de passar na TV e resolvi aproveitar o gancho) comprovam que estamos num momento de transformação. E, como todo processo transitório, é doloroso… É difícil ir contra o status quo, nadar contra a corrente, propor uma nova visão… Mas extremamente necessário para que esta visão deixe de ser apenas uma visão e se torne realidade. Seguiremos firmes e fortes nessa luta dentro e fora de campo!

Evoluímos, mas ainda precisamos evoluir muito mais!

Nunca se falou tanto sobre violência contra a mulher. Assédio deixou de ser ‘engraçadinho’ e virou crime. Evoluímos. Mas ainda há um loooongo caminho pela frente… Por que estou escrevendo isso?

Acho que ainda está para nascer uma mulher que nunca tenha passado por algum tipo de violência física, sexual ou mesmo verbal, de caráter moral/psicológica. Eu mesma já passei por várias situações bastantes desagradáveis em diferentes níveis. E digo; não é legal!!!

Acredito que nem sempre as pessoas fazem esse tipo de coisa ‘por mal’ mas porque realmente não têm consciência do mal que estão fazendo de fato. Às vezes até chegam a pensar que estão agradando. Oi? Pois é…

Pois bem, enquanto houver qualquer tipo de ‘confusão’ nesse sentido, é sinal de que é preciso sim continuar falando sobre isso. Vale para meninos e para meninas também.

Foto em PB porque o assunto é sério. Crédito: Leandro Ramos.

Pinga da Lola: salva na emergência! Eu testei!

Eu estou sempre com as anteninhas ligadas em busca de novos produtos capazes de deixar os cabelos mais bonitos e saudáveis. E se tiverem um precinho camarada, melhor ainda! Toda vez que faço uma descoberta legal, coloco aqui, afinal, boas dicas merecem ser compartilhadas! E a dica de hoje é o “Pinga” da Lola Cosméticos. Testei o de açaí e pracaxi.

Esse é o Pinga, da Lola Cosméticos, de açaí e pracaxi, custa cerca de R$30!

Descobri o “Pinga” da Lola bem por acaso quando fui visitar meus pais, um cabelereiro recomendou para minha mãe e ela comprou. Adoro os produtos da Lola, mas nunca havia testado esse, até que aconteceu o seguinte: fui tomar banho e percebi que o condicionador havia acabado. Resolvi mesmo assim lavar o cabelo (até porque estava precisando rs) e decidi usar o Pinga depois para fazer efeito de óleo, hidratação, enfim, para evitar que o cabelo ficasse com aparência de ressecado e espigado. Afinal, na embalagem diz que você pode usar o pinga sozinho, junto com a máscara ou da forma que preferir. Resolvi testar numa situação bem emergencial até pra ver como seria o resultado.

A embalagem vem com um tipo de conta-gotas. A consistência é semelhante a um óleo de silicone, mas roxinho, provavelmente por causa do açaí. Como ia usar o pinga sozinho, usei uma quantidade maior do que usaria se misturasse com uma máscara ou leave-in. Usei mais ou menos duas vezes a quantidade da foto:

Apliquei da metade até as pontas do cabelo e penteei para ajudar a espalhar o produto. Deixei secar naturalmente e gostei bastante do resultado! O cabelo não ficou oleoso e nem com frizz. Tirei essa foto já dentro do avião, pois estava esperando o cabelo secar, acho que dá pra ter uma ideia.

Cabelo ficou soltinho e sem frizz!

Claro que, no dia a dia, não recomendo usar desta forma, como disse, foi uma emergência, mas resolveu meu problema e deu pra perceber que o produto é bom e funciona. Acho que vale a pena ter em casa e usar o Pinga junto com a máscara na hidratação ou com o leave-in para potencializar os benefícios. Ou mesmo sozinho, como um óleo para as pontas, para ajudar a controlar o frizz.

Mais um que entra para a minha lista de queridinhos! 🙂

Sobre o dia da mulher: e se fosse um homem?

Já ouvi mulheres sendo chamadas de vagabundas por fazerem sexo no primeiro encontro. Ou por terem múltiplos parceiros. Ou por fazerem sexo pelo simples ato. E se fosse um homem?

Já ouvi dizerem que é nojento uma mulher madura ter um relacionamento com uma pessoa (bem) mais jovem. E se fosse um homem?

Já ouvi mulheres em cargo de chefia serem chamadas de ‘mal comidas’ ao tomarem atitudes duras. E se fosse um homem?

Já vi mulheres que escolheram não ter filhos serem julgadas por sua decisão. E se fosse um homem?

Já ouvi dizerem que mulheres bem-sucedidas alcançaram o sucesso em troca de favores sexuais. E se fosse um homem?

O pior de tudo é que ouvi todas essas coisas de outras mulheres…

Nós, mulheres, devemos nos unir.

Neste dia oito de março, vamos lembrar que somos parte essencial desta luta.

Feliz dia internacional da mulher!

Escolha a sua cor para o ano novo!

Ano novo, calcinha nova, vida nova! Nesta ordem. Segundo a tradição, devemos usar uma calcinha nova na noite de ano novo na cor daquilo que queremos atrair. Ano passado, rompi o ano usando calcinha branca e um vestido branco, mais pela tradição do que qualquer coisa. E, graças a Deus, posso dizer que 2018 foi um ano de paz e que eu me senti em paz, o que é mais importante.

Este ano, vou levar mais a sério esse lance das cores. O branco vai continuar no vestido, afinal, quero paz. Vou acrescentar um toque de dourado na maquiagem, pois dinheiro é bom e todo mundo gosta, né? E a lingerie será… Vermelha!!! Sim, quero muuuuuita paixão em 2019! Paixão pela vida acima de tudo! Paixão pela família, trabalho, amigos e quero romance também sim! rs.

Para quem, assim como eu, se liga nessa coisa de cor para o ano novo, eu separei uma lista (a mais completa que eu achei) preparada pela DeMillus com as cores e seus diferentes significados. Vale também pra quem não acredita ou acredita sem acreditar, vai que, né…

Branco – cor da paz, da calma, da pureza e da inocência.

Azul – Céu, alma, pensamento. Transmite otimismo. Associada ao verão e à prosperidade.

Azul-claro – tranquilidade, compreensão e frescor.

Azul-escuro – cor do romance e dos mistérios do mar.

Lilás – espiritualidade e intuição.

Roxos e violetas – prosperidade, nobreza e respeito.

Rosa – beleza, sensualidade, saúde e romantismo.

Rosa salmão – cor da harmonia e da felicidade.

Champanhe – calma e passividade. É associada ao clássico.

Verde – juventude, frescor, calma, esperança e proteção.

Amarelo – transmite calor, luz e descontração. Gera energia e otimismo.

Dourado – associa-se ao ouro, à riqueza e a tudo que é majestoso.

Vermelho – paixão e sentimento. Cor do amor, do desejo e também do poder.

Vermelho-escuro – cor da elegância, do requinte e da liderança.

Cinza – transmite sucesso, qualidade e estabilidade.

Prata – modernidade, futuro, novidade e inovação.

Preto – cor do mistério e da fantasia. Significa luxo e dignidade.

Tons terrosos – conforto, consciência, estabilidade, simplicidade e responsabilidade.

Enviado do meu iPhone

Voltei a acreditar no amor quando conheci uma história de amor

Confesso que andava desacreditada no amor. Sempre sonhei com belas histórias, onde duas pessoas se conhecem, se gostam e decidem ficar juntas. E, juntas, se apoiam, enfrentam desafios e se tornam mais fortes. Como duas laranjas que fazem juntas um suco maravilhoso e não duas metades – escrevi um texto sobre isso. Duas pessoas que se tornam melhores quando estão juntas. Um amor que ‘Simplesmente Acontece’, como diz o título do filme.

O amor simplesmente acontece!

De uns tempos pra cá, porém, passei a duvidar da existência desse tipo de amor. Já ouvi de muitos homens que ‘não estavam planejando um relacionamento’. Já ouvi de homens com os quais me relacionei e também de amigos. Cheguei a escutar inclusive que alguns não saíam mais de três vezes com a mesma menina para não se envolver e também não criar falsas expectativas. E o amor, que devia ‘simplesmente acontecer’, simplesmente não acontece…

Essas experiências me fizeram refletir sobre a existência do amor. Amor é emoção. No momento em que não nos deixamos levar pelos nossos sentimentos, o amor deixa de existir. Escolher o ‘momento certo’ para se relacionar é racionalizar o amor. E se é razão, não é amor. Ao menos não o amor dos contos de fadas e filmes românticos que costumamos ver.

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Em Natal, quando você vai fazer um passeio de buggy, perguntam: com emoção ou sem emoção?

Passei a acreditar então num outro tipo de amor: um amor planejado, uma etapa das obrigações sociais a ser alcançada em determinado momento da vida. Mais do que sentimento, uma função social que, como o próprio nome diz, todos exercemos na sociedade. Ir à escola, faculdade, arranjar um trabalho, se estabilizar economicamente, casar e ter filhos.  Nesta ordem.

Apesar de todas as quebras de paradigmas que estamos vivenciando, este ainda parece ser o roteiro de boa parte das pessoas, de forma consciente ou não. De acordo com este script, o amor vem depois da estabilidade econômica e profissional. Mas o que acontece se a ‘pessoa certa’ aparecer na hora errada? Ou será que não existe então ‘pessoa certa’ mas sim ‘hora certa’? Para quem sonha em viver um amor romântico, pensar que tudo não passa de um cronograma é desanimador.

E então, tudo mudou quando conheci a história da Lu e do Gabriel*. A Lu estava noiva, de casamento marcado, convites distribuídos e, duas semanas antes da cerimônia, conheceu o Gabriel numa aula de dança. Disse que sentiu uma coisa tão forte que decidiu cancelar o casamento. Após quatro anos, Lu e Gabriel continuam juntos, casaram e tem uma filha. Ah, seguem dançando também.

Com certeza Lu e Gabriel não se conheceram na ‘hora certa’, mas quando vemos o brilho nos olhos dos dois quando estão juntos, dá pra ver que definitivamente são ‘a pessoa certa’ um para o outro.  Acho que muita gente ainda segue a linha do ‘amor planejado’,  mas é reconfortante ouvir histórias de pessoas que arriscaram se deixar levar pela emoção. É preciso muita coragem para se entregar a um sentimento, para ficar vulnerável e mais: sem garantias de que vai dar certo.

Dizem que os investimentos mais lucrativos são aqueles que envolvem os maiores riscos. Fazendo uma comparação com o amor, acredito que seja algo parecido. Existem investidores conservadores que ficam satisfeitos com os rendimentos garantidos, ainda que modestos. Mas tem aqueles que querem mais e não se acanham em apostar alto, mesmo com todos os riscos envolvidos. E sabe por que fazem isso? Porque sabem que vale a pena. Com emoção ou sem emoção? Com emoção! Sempre.

*os nomes foram alterados, mas a história é real 🙂

Saia apenas com quem te deixa usar batom vermelho

Você já parou pra pensar como tem pessoas que fazem a gente se sentir bem e outras que exercem efeito oposto? As pessoas com quem nos relacionamos têm papel fundamental nas nossas vidas e, por isso, devemos escolher muito bem nossas companhias. Este é o assunto do novo vídeo do canal! Para assistir, é só dar play! 🙂

 

Cuidado: nem sempre o certo é o certo a fazer

Cada situação exige uma postura diferente e precisamos estar atentos aos sinais para perceber essas peculiaridades.

Existe o certo e o certo para cada situação. E nem sempre são a mesma coisa. Descobri isso recentemente, quando passei uma situação no trabalho onde fiz tudo certo, mas não fiz o certo que a situação exigia.

Somos (eu fui e acredito que a maioria também) ensinados desde cedo a agir de forma correta, seguindo normas e valores que nos são passados pela família, escola, faculdade… E que, de uma forma ou outra, regem as condutas sociais. Porém, na prática, tirar apenas nota 10 na escola não é garantia de sucesso na chamada escola da vida, onde muitas vezes descobrimos apenas na tentativa e erro o que é, de fato, certo e errado.

Tem o certo e o certo para cada situação!

Recentemente escrevi um texto sobre incongruências (clique no link para ler) e acredito que isso reflete muito também na relativização do que é certo ou errado. A congruência é essencial para a credibilidade. Se você diz uma coisa e faz outra, não vai demorar muito para as pessoas deixarem de acreditar em você. Mas e quando o ‘ser congruente’, ou seja, agir de acordo com o que você pensa e acredita, entra em conflito com questões externas, que o obrigam a agir de forma diferente do que você gostaria? Aí vem a questão do ‘certo a fazer’.

Eu costumo dizer que cada pessoa é um pequeno computador, onde as pastas e arquivos estão sendo constantemente atualizados. Algumas pessoas possuem arquivos iguais, outras totalmente diferentes. Esses arquivos são nossas referências, onde buscamos o ‘norte’ para guiar nossas ações. E se os arquivos são diferentes de pessoa pra pessoa, é natural que as referências mudem também.

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Ao nos depararmos com uma nova situação, tentamos buscar referências com outras situações já vivenciadas.

Perceber essas diferenças e aprender a lidar com elas não é fácil. E não é por falta de vontade. Tudo na vida é aprendizado e se, de repente, nos vemos frente a frente com uma situação inusitada, que não temos conhecimento anterior, é natural a gente se confundir mesmo. Como saber como agir em determinada situação se a gente nem sabia que determinada situação poderia existir? É pra ficar perdido mesmo! Nem o waze consegue achar ruas que não estão cadastradas no sistema.

A resposta para esta questão é uma só: experimentando e criando novos arquivos e referências para aumentar nosso repertório. Pode ser que na primeira vez a gente se atrapalhe e se perca mas, se nos permitirmos ampliar nossa visão e aceitar que existem outras verdades além das nossas próprias, aos poucos vamos conhecendo novos caminhos. E vai ficando mais fácil fazer não apenas o que é certo, mas também o que é certo a fazer.

Primeiro vídeo do canal explica porque todos nós deveríamos usar batom vermelho

Poderosas e poderosos do meu ❤

Após algumas reformulações, é com muita alegria que compartilho com vocês essa super novidade: já está no ar o primeiro vídeo do canal “O Poder do Batom Vermelho”!!! Estão todos super convidados a assistir! E participar também!!!! Vamos fazer o canal juntos, pois é conversando que a gente se entende e é trocando ideias que a gente cresce, né?

Sempre digo que o batom vermelho é acima de tudo uma questão de ATITUDE! E é justamente sobre isso que vamos conversar no canal. A ideia é trocar experiências e figurinhas para crescermos como pessoa, pois quando estamos bem com nós mesmos, absolutamente TUDO melhora à nossa volta.

Serão sempre vídeos curtos e objetivos recheados de muito amor e good vibes pra espalhar o poder do batom vermelho e deixar você ainda mais poderosa! Ou poderoso! Porque atitude digna de batom vermelho é para todos: homens e mulheres.

No meio de tantos radicalismos, em que tanta gente está brigando e pregando o ódio e desavenças, vamos fazer diferente! Pessoas poderosas espalham amor e não ódio! Se você gostar da ideia, compartilhe o vídeo com amigos e familiares e aproveita e já se inscreve no canal. E lembre-se de deixar um comentário, vou adorar saber a opinião de vocês.

Vamos espalhar esse amor e poder! O mundo precisa de mais meninas e meninos superpoderosos! Estou esperando vocês! Para assistir, é só clicar abaixo! 🙂