Fazer o que se gosta também é fazer o que precisa ser feito.

Todos os dias, desde pequenos, precisamos fazer coisas que não gostamos. Lembra quando você estava brincando e sua mãe mandava você tomar banho? Ela estava na verdade ensinando uma dura realidade da vida: muitas vezes vamos ter que fazer coisas que não gostamos ou não queremos fazer e em momentos em que gostaríamos de estar fazendo outra coisa. Fazer o quê? Faz parte!

O tempo passa e parece que nos acostumando mais com a ideia. Já tomamos banho por conta própria (ufa!) e, pasmem: até saímos da cama quando toca o despertador! Mesmo que seja depois de acionar o ‘soneca’ umas quantas vezes… Falando nisso, leia também o texto Descubra se vale a pena apertar o botão soneca , já postado aqui no blog.

E por que fazemos todas essas coisas? Porque queremos? Até pode ser, mas, acima de tudo, porque sabemos que é necessário.

O que muitas vezes não percebemos é a importância de fazermos também as coisas que gostamos de fazer. Estamos acostumados a fazer sempre o dever primeiro, ok, não há o que contestar aqui. O problema é que, com a quantidade cada vez maior de obrigações, consequentemente o lazer vai tendo cada vez menos espaço em nossas vidas.

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Sempre que posso saio para dançar!

Pode ser que seja difícil dormir até tarde ou curtir um parque numa tarde ensolarada sempre que der vontade. Mas se essas coisas nos fazem bem, devemos fazê-las sempre que surgir uma oportunidade. E aproveitar cada momento.

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